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01/10/2009
Surdez

Atualmente, no País, há mais de 5 milhões de pessoas com problemas auditivos. Além das causas ambientais (uso continuado de walkman (aparelho de som com fone de ouvido), trabalho em local de alto nível de poluição sonora e infecção constante no ouvido), outro fator que influência na surdez é a demora no diagnóstico precoce, ainda na infância. A idade média é de quatro anos, considerada muito tardia pelos médicos.

Entre os motivos para a presença de disfunções auditivas em bebês estão: reflexo de doenças hereditárias, infecções congênitas, como toxoplasmose, sífilis, rubéola, entre outras, ou mesmo por terem passado mais de 48 horas na UTI Neonatal. “Os indicadores são preocupantes”, alerta a diretora do curso de Fonoaudiologia da UnG, profa. Eliana De Martino. “Um bebê que apresenta alteração auditiva, se atendido precocemente, poderá ser um adulto inserido sem sequelas na sociedade”, complementa a fonoaudióloga.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para os bebês que nascem sem as características de risco, as chances de desenvolverem algum problema auditivo é de 1 em 1.000; já para os que apresentam alguma das peculiaridades citadas, o indicador é de 1 em 100 crianças nascidas.

Nas crianças de até dois anos, a surdez pode ser causada por meningite bacteriana ou virótica (a maior causa de surdez no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Educação para Surdos); trauma na cabeça associada à perda de consciência ou fratura craniana; medicação ototóxica; e infecção de ouvido persistente ou com duração por mais de três meses.

O tratamento nesta etapa da vida, segundo Eliana De Martino, não é medicamentoso, mas apenas interventivo. Os profissionais deverão utilizar técnicas como a fonoterapia, adaptar aparelho auditivo ou optar por implante coclear. “O bebê que apresenta algum problema auditivo deverá iniciar tratamento de reabilitação no máximo até os seis meses de vida. Quanto mais a demora, menor a possibilidade de a criança desenvolver a fala”, orienta a fonoaudióloga.

Veja mais sobre o assunto em nossa coluna de Otorrinolaringologia com Dr. Mauricio Kurc





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