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22/07/2011
Os Doze Sentidos do Ser Humano

Paladar, tato, audição, olfato e visão. Para algumas áreas do saber, estes são apenas cinco dos doze sentidos já presentes do homem. Eles, que se dividem em básicos, intermediários e superiores – todos presentes desde o nascimento, porém com um desenvolvimento específico em cada período de vida, até os 21 anos de idade. Para a Medicina Antroposófica, que agrega conhecimentos científicos e espirituais para olhar o indivíduo integralmente, os doze sentidos dão suporte a todo processo do que virá a ser a qualidade do SENTIR.

São eles:

Básicos: tato, movimento, equilíbrio e vital
Intermediários: olfato, paladar, visão e calor (térmico)
Superiores: audição, palavra, pensamento e o sentido do “EU”.

“Os quatro sentidos básicos (tato, vital, movimento e equilíbrio) se desenvolvem nos primeiros sete anos de vida e são diretamente influenciados pelos estímulos sensoriais oferecidos nessa época, podendo marcar a alma positiva ou negativamente, fixando tendências potencialmente portadoras de paz ou de violência”, explica Dra. Elaine Marasca, médica antroposófica e presidente da Liga dos Usuários e Amigos da Arte Médica Ampliada (LUAAMA).

Já os sentidos chamados intermediários são aqueles que têm relação com a natureza do mundo externo: o olfato, o paladar, a visão e o calor. “Os sentidos intermediários ou anímicos se desenvolvem no período dos sete aos 14 anos de idade e colocam claramente uma separação entre o corpo humano e o mundo fora dele”, afirma Dra. Elaine.

Por último, no período dos 14 aos 21 anos, tomam impulso os sentidos chamados superiores: a audição, a palavra, o pensamento e o Eu. São sentidos mais sutis, que revelam um mundo invisível e desvendam algumas qualidades intrínsecas das coisas e pessoas.

“Revela-se por meio dos sentidos superiores, um mundo essencial que nos aproxima socialmente, criando nossas relações. Por exemplo: na audição, eu ouço o outro e, no pensamento, eu entendo o outro. Assim, os sentidos vão preenchendo nosso mundo interno com as impressões e informações recebidas do mundo que nos rodeia”, completa Dra. Elaine que finaliza: “A partir desse conhecimento temos subsídios para lançar um novo olhar rumo à qualidade de estímulos a serem oferecidos, aprimorando nossa formação integral.”

O que é a Antroposofia?

O ser humano e a ciência não podem ser mensuráveis em todos os aspectos. Como medir um sentimento, um pensamento ou uma ideia? Rudolf Steiner, com uma sistematização de precisão científica, apresenta o homem de maneira integral, considerando o físico, a psiqué (alma) e a individualidade (eu). Neste sentido, a Antroposofia é um conhecimento que abre várias possibilidades e pode ser aplicada em vários segmentos. Outras áreas do saber – como agricultura, arquitetura, artes, odontologia, direito e economia – também buscam em Steiner um sentido humanizador para suas atividades, afinal humanizar é a missão desta nossa época.

O que é a Medicina Antroposófica?

Desenvolvida pela médica holandesa Ita Wegman, a medicina antroposófica surgiu em meados de 1920 como uma nova arte médica. Uma ampliação da medicina acadêmica que oferece uma proposta de abordagem para todas as questões de saúde; promove qualidade de vida; atua de forma preventiva; equilibra o ritmo do organismo e considera aspectos que a medicina tradicional não leva em consideração.





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