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Hospital oferece tratamento gratuito de mioma

Einstein oferece tratamento gratuito do mioma uterino e capacitação de profissionais do SUS

O Hospital Israelita Albert Einstein, por meio de seu Instituto Israelita de Responsabilidade Social e em parceria com a Divisão de Ginecologia do Hospital das Clínicas da FMUSP, disponibiliza para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) o que há de mais moderno em tratamento dos miomas uterinos, problema que atinge 50% mulheres brasileiras em fase reprodutiva, que têm entre 30 a 40 anos. Além do atendimento a pacientes carentes, o “Programa de Embolização de Miomas Uterinos (EMUT)” realiza capacitação de profissionais da rede pública de saúde.

Desde setembro de 2008, quando o programa teve início, foram triadas 96 pacientes, das quais 83 passaram pelo procedimento de embolização uterina. O projeto resultou em um sucesso técnico de 100% dos casos. Também foram realizadas 161 ressonâncias magnéticas pré e pós-embolização. Em 2009, foram capacitados 14 médicos ginecologistas e obstetras de três Estados brasileiros: São Paulo (4), Rio de Janeiro (6) e Bahia (4), selecionados pelo Ministério da Saúde.

Os resultados clínicos apresentados pelo projeto, comparados com a literatura mundial, demonstram a utilidade da embolização uterina que, associada à capacitação de profissionais, permitirá pleitear às autoridades de saúde a inclusão do procedimento de forma universal em hospitais do SUS, que ainda não disponibilizam o tratamento.

Sobre a embolização uterina – O procedimento tem por objetivo cortar o suprimento de sangue para os miomas e, com isso, diminuir seu tamanho e melhorar os sintomas. É um método minimamente invasivo, ou seja, menos traumático do que a cirurgia convencional. Requer somente uma pequena incisão na virilha, por onde é introduzido um fino tubo plástico denominado cateter. O cateter é introduzido até alcançar as artérias uterinas que levam sangue para o útero e os miomas. Nesse local são injetadas pequenas esferas que chegam aos vasos que irrigam os miomas, impedindo o fluxo sanguíneo e fazendo com que os miomas deixem de receber sangue. O procedimento é realizado sob Raqui anestesia para tratar e prevenir a dor do intra e pós procedimento. Não é necessário dar pontos e, na região da punção, permanece uma pequena cicatriz. A recuperação é rápida, gera um dia de internação e possibilita que as mulheres retornem para as suas atividades três ou quatro dias após a cirurgia. Essa prática é uma opção para mulheres que não desejam retirar seu útero ou desejam engravidar, além de contribuir para pacientes que tem indicação cirúrgica desvascularizando os miomas e diminuindo riscos de sangramento, possibilitando uma cirurgia mais segura.

Sobre miomas – Os miomas são nódulos musculares que aparecem no útero e em geral são chamados de tumores benignos. Na maioria das vezes, miomas grandes não são câncer e não oferecem risco à vida da paciente, mas podem causar sérios problemas como transtornos na menstruação e aumento do volume abdominal. Mulheres com miomas queixam-se por terem menstruações com fluxo intenso, dores na barriga, nas costas ou nas pernas. A dor na relação sexual é um sintoma bastante comum e afeta diretamente a qualidade de vida da mulher.

Veja mais sobre o assunto em nossa coluna de Saúde Feminina com ,a href="http://www.sentirbem.com.br/index.php?modulo=colunistas_mat&id_col=9&id_mat=97">Prof. Dr. Mauricio Simões Abrão




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